Contar histórias de verdade, aprender a ouvir as vozes ocultas, prosseguir…

De muito pouco vale homenagear-se uma pessoa depois de ausente, se não soubemos dar-lhe atenção enquanto viva.
A presença solidária e permanente que tive a felicidade de partilhar com os meus avós até ao fim das suas existências, foi – e meço as minhas palavras – uma grande e valiosa aventura. Não tive que transpor com isso montanhas ou cumes nevados, atravessar rios caudalosos ou medir forças com gigantes. Bastou estar atento e disponível. Bastou querer.
O beneficiado fui eu. Com eles aprendi a universalidade inestimável da persistência honesta e o valor sem medida dos gestos da paz.

76 p
Meu avô Sebastião com seu bisneto Alfredo César, meu filho, em Coimbra, Dezembro de 1971.
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