Trabalho eu, aprendes tu; trabalhas tu aprendo eu; e quem mais brinca mais aprende!…

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foto tirada pelo tio Zé Paulino em 2005

foto tirada pelo José Paulino da Costa Brites, tio do Flávio, em 2005.

Uma “experiência de aplicação dos tempos livres na educação artística”? Uma “exploração psico-pedagógica no domínio das artes plásticas” ? Uma divagação a respeito da “arte infantil”? Se é quase isso, também não é preciso exagerar. O que nos trouxe aqui foi um enorme desejo de brincar!

Neste registo de notas biográficas que estou a inserir na minha página pessoal, tem todo o cabimento que aqui traga as mais significativas vivências artísticas da minha vida. O convívio artístico com o meu querido neto Flávio em 2006 faz parte integrante delas. Se a ele lhe deram prazer, como é obrigatório admitir nas reacções insofismáveis de uma criança ainda nos seus quatro anos, para mim foram dos momentos mais apaixonados e apaixonantes que me coube viver. E não será necessário explicar porquê. Ora lede, se fazeis o favor.

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6 thoughts on “Trabalho eu, aprendes tu; trabalhas tu aprendo eu; e quem mais brinca mais aprende!…

  1. Costa Brites

    Em troca de impressões com vários dos já numerosos visitantes do nosso blog, surgiu a questão da estaticidade (qualidade do que é estático) do posicionamento do artista, ao colo do seu avô, nas duas únicas fotografias mostradas!…É que os reporteres fotográficos são poucos e os artistas estão quase sempre sozinhos…Calhou o tio Zé Paulino passar por aqui, e fez uma meia dúzia de fotos (aliás soberbas…) que infelizmente não mostram nem tudo, nem pouco mais ou menos…A razão é esta, está esclarecido! Isto para as pessoas que puseram a questão.Obrigado pelo Vosso interesse.

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  2. engracados

    Ai quem me cá dera um avô cooperativo destes….Não o deixava “fugir” sem passar umas tardes (ou manhãs…ou dias…) connosco no Jardim de Infância! Felicidades para ambos e para as obras que estão a nascer, mas principalmente aproveitem muiiitttooo bem esse tempo de qualidade que passam juntos!Brisa

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  3. Leonor

    Que falta me faz o meu avô! Nunca pensei que sentiriam tanto a falta deles. E nunca pensei que se iriam embora…Quando comecei a apreciar a companhia deles é que se foram embora!Ingrata esta vida…

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